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A IMPORTÂNCIA
DO CÃO-GUIA
SÓ NÃO VÊ QUEM
NÃO QUER
Subida Solidária
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Pico
boneco

Subida Solidária

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Cada 8.100€* recebidos, corresponde a 45% do custo final de um cão-guia
*os restantes 55% são assegurados pela Segurança Social
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Cão sentado
5€ ou mais
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Cão em pé
20€ ou mais
Agradecimento público
A Subida Solidária irá partilhar o seu nome nas suas plataformas de comunicação como apoiante no final do evento. Obrigado por ajudar
Cão deitado
50€ ou mais
T-shirt solidária
Por vestir a nossa camisola, queremos retribuir oferecendo uma t-shirt oficial do evento. Obrigado por contribuir para esta causa.
DOAÇÕES DE EMPRESAS
Ao doar está a receber
Abraçar o mecenato social é partilhar a responsabilidade de cuidar e dar vida a projectos sociais que contribuem para criação de uma sociedade mais equitativa, mais harmoniosa e igualitária. Os donativos são levados a custos em valor correspondente a 130% do respectivo total, no caso da ABAADV - instituída como IPSS. Para além dos benefícios fiscais, as empresas recebem também notoriedade junto da sociedade, o que permite adensar os laços com colaboradores, parceiros, fornecedores e com os próprios clientes finais. Para saber como fazer a sua doação empresarial, por favor contacte-nos:
Cão donativo
UM PASSO PARA A SUPERAÇÃO
SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO QUER
0€
O cão-guia é entregue sem qualquer custo para o beneficiário

18.000€
O custo final de um cão-guia é aproximadamente 18.000 euros

45%
45% do valor necessário para a educação de um cão-guia vem de donativos e patrocínios
Cão e Pico
Depois de participar em 5 Jogos Paralímpicos, 7 Campeonatos do Mundo e 9 Campeonatos da Europa, o ex-atleta paralímpico Carlos Lopes enfrenta mais um grande desafio: subir ao Pico - a Montanha mais alta de Portugal - na companhia do seu cão-guia. Nesta prova de superação, o atleta consagrado não espera receber nenhum troféu, mas antes premiar a ABAADV - Associação Beira Aguieira de Apoio ao Deficiente Visual - pelo seu trabalho de criar, educar e entregar cães-guia.
A meta desta ação é angariar fundos para que mais pessoas cegas possam superar os desafios do dia a dia e melhorar a sua qualidade de vida com a presença de um cão-guia nas suas vidas. A presença do cão-guia aumenta a segurança e rapidez nas deslocações, assim como contribui para a confiança e motivação da pessoa cega.
Carlos no pico
UM PASSO PARA A AUTONOMIA
SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO QUER

Carlos Lopes foi atleta paralímpico de 1988 a 2008, na modalidade de atletismo, acumulando inúmeros sucessos. Para que Carlos Lopes conseguisse as suas conquistas, tanto no desporto como na sua vida pessoal, foi necessário ganhar autonomia enquanto pessoa cega. Além da perseverança, resiliência e confiança, Carlos Lopes teve o apoio de pessoas e instituições, que contribuíram decisivamente para uma maior independência. Uma das entidades que foi fundamental para consolidar a sua autonomia, foi a ABAADV, permitindo-lhe beneficiar ao longo dos anos da parceria com cães-guia. A carreira de Carlos Lopes foi reconhecida de várias formas e por várias entidades, sendo agraciado com a Distinção Honorífica de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, Condecorado com a Ordem Paralímpica e ainda considerado o melhor atleta paralímpico português e um dos melhores atletas do Século XX.

Carlos com cão

5 Jogos Paralímpicos, 7
Campeonatos do Mundo e 9
Campeonatos da Europa

22 medalhas de ouro, 9 de prata
e 7 de bronze

secretário geral do Comité
Paralímpico de Portugal

Medalhas Carlos Lopes
UM PASSO PARA A INCLUSÃO
SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO QUER

a abaav Iniciou actividade a 30 de Dezembro de 1999

Tem estatuto de IPSS e conta com cerca de 600 sócios

Entrega em média 16 cães/ano

O processo de educação do cão ronda os 2 anos

Homem com cão
Desde a sua formação, que o propósito da ABAADV é proporcionar a inclusão da pessoa cega, tornando-a mais autónoma. O objectivo é que o cão-guia faça parte integrante da vida de quem beneficia da sua companhia, tornado-se em mais um elemento da família.
Apesar do cão ser entregue gratuitamente ao utilizador, a sua formação implica um orçamento elevado, distribuído, entre outras coisas, pela equipa profissional de 12 pessoas, alimentação e assistência veterinária dos cães, maneio do canil, processo educacional, programa de reprodução, acompanhamento e formação das famílias de acolhimento, avaliação dos candidatos, formação e acompanhamento da dupla pessoa cega/cão-guia, conservação e manutenção dos edifícios e de 4 viaturas e outros equipamentos. A associação conta ainda com a ajuda de trabalho voluntário, não remunerado.
Para manter a média de entrega anual de 16 cães, a Escola tem que trabalhar com uma população de cerca de 45 cães, desde cachor- ros em famílias de acolhimento, adultos em formação específica e reprodutoras.
A ABAADV, como IPSS, recebe da Segurança Social um subsídio de 55% dos custos totais da instituição. O restante valor é conseguido através das quotas, patrocínios e donativos, tanto de empresas, como de particulares.
Cão deitado com pega
PATROCÍNIOS E APOIOS

Subida Solidária